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quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Fake News? A culpa é nossa?


Redação feita por Lavinia de Freitas Peixoto do 9º Ano do Colégio Emília Marinho.
Gênero: Artigo de Opinião.


Fake news, circulação e manipulação de informações já eram debates centrais muito antes do surgimento das mídias sociais. No entanto, a rápida disseminação de desinformação nas mídias digitais tem se tornado, cada vez mais, objeto de estudo e debate para compreender diferentes fenômenos da atualidade: das eleições no Brasil até a boneca momo, passando por infodemia sobre Covid-19, Sleeping Giants e robôs nas redes. 

Cada um que é ativo nas redes, e que tem grupos de mensagens instantâneas, está sujeito a se tornar um braço de organizações criminosas que deliberadamente trabalham para produzir e distribuir conteúdo falso, usando lugares onde podem ter acesso à internet sem se identificar, celulares, cartões pré-pagos de dados, caso não pesquise antes, se a notícia é verdadeira ou não. 

Lucrar espalhando boatos ou inventando notícias que seduzem ao parecer verdadeiras exige planejamento e dinheiro, mas é uma prática que se tornou ‘modus operandi’ nas campanhas eleitorais.

Todo cuidado é pouco. Estamos falando de algo sério e perverso. Uns chamam de guerra ideológica; outros de contrainformação; outros ainda de defesa estratégica. Mas você e eu, acostumados a tratar informação como serviço público, podemos chamar de crime — contra o qual não há punição, nem investigação eficiente. As autoridades públicas ainda patinam nesse tema. A Justiça ainda não tem leis que tipifiquem o delito e que salvaguardem as potenciais vítimas. 

Porém, esse é um problema que deve se agravar. a difusão de conteúdo falso se dá mais pelo comportamento das pessoas do que pela ação dos bots criados para replicar mensagens e influenciar o debate público. Sendo assim, defendo a tese de que é necessário ensinar as pessoas a adotarem o modelo mental e pensamento crítico de um jornalista no momento de compartilhar alguma informação. Esse pode ser o antídoto para um combate concreto das fake news. Além da nossa responsabilidade de cidadania digital, temos nossas empresas e nossos clientes todos os dias sofrendo com este problema, que impacta a reputação de pessoas e marcas. 

Concluo assim, que antes de compartilhar qualquer tipo de conteúdo, é necessário pesquisar a veracidade da informação.

Fake news e suas consequências.



Redação feita por Beatriz dos Santos Silva do Colégio Emília Marinho.
Gênero: Artigo de Opinião.

Fake news é o termo em inglês para “notícias falsas”; em sua maioria tem como prioridade difamar e prejudicar aqueles que são o alvo da matéria, como pessoas com grande reconhecimento em canais de comunicação (internet e televisão, principalmente) e pessoas envolvidas em atividades políticas.

Notícias irreais existem desde que o mundo é mundo e isso não é novidade para ninguém, um exemplo disso é o fato de que durante a Guerra de Cuba (1898) houve a manipulação de jornais com o objetivo de persuadir a população; notícias falsas tem mais de 70% de chance de serem mais compartilhadas do que notícias reais, segundo um estudo feito pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) nos Estados Unidos, que foi publicado pela revista Science. Os principais canais de compartilhamento desse tipo de notícias são as redes sociais, como WhatsApp, Facebook e Twitter; a disseminação desse tipo de conteúdo, que geralmente e compartilhado por aqueles que que não detém conhecimentos básicos de política, economia e ciência pode causar consequências para a sociedade, como por exemplo a possível criação de uma sociedade sem pensamento crítico. Afinal uma sociedade que não questiona, também não consegue analisar uma notícia e determinar se ela é verdadeira ou falsa.

Uma das muitas maneiras de conter esse “vírus” que está instalado na sociedade é prestando atenção no tipo de conteúdo que você está compartilhando e quais foram suas fontes de pesquisa. Prefira sempre compartilhar a verdade.

Porque você deve parar de compartilhar fake news.



Redação feita por Leonardo Farias, Aluno do 9º Ano do Colégio Emília Marino.
Gênero: Artigo de opinião.

Fake news nada mais são do que notícias irreais que tem como função desinformar e confundir as pessoas e em sua maioria descredibilizar aqueles que são alvo da matéria, que por sua vez são pessoas do meio político ou que tem grande reconhecimento nas mídias sociais.
Existem estudos que comprovam que o compartilhamento de fake news podem trazer sérias consequências tanto para quem produz quanto para quem compartilha. Segundo um estudo feito nos Estados Unidos, pela Universidade MIT, a probabilidade de uma notícia falsa ser propagada na internet é 70% maior do que uma notícia verdadeira e elas se espalham mais rápido e tem um alcance maior. Foram analisadas pelos cientistas mais de 126 mil notícias na rede social Twitter entre os anos de 2006 e 2017, postadas por mais de três milhões de pessoas e compartilhadas mais de 4,5 milhões de vezes. Foi ainda comprovado pelos cientistas que os compartilhamentos feitos de maneira automática pelos robôs ajudam na disseminação dessas notícias, mas quem realmente faz a diferença são as pessoas que acabam sendo atraídas por notícias mais chamativas. “É como uma fofoca que se espalha pelo seu bairro. Quanto mais ela for impressionante, surpreendente, inédita, mais uma pessoa vai querer espalhar. E quem tem essa informação se sente privilegiado, sente que sabe mais que os outros”, de acordo com o site de notícias do G1.

Como pode ser percebido anteriormente, o compartilhamento das fakes news é um completo desserviço com a sociedade e com aqueles que prezam pelo seu compromisso com a verdade; uma das maneiras de diminuir o alcance desse tipo de notícias é checando a fonte das informações, de que ano elas são e o mais importante: ler a notícia completa antes de compartilha-la com alguém.


quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Atividade sobre o filme: Como estrelas na Terra.



      O filme conta a história de um garoto, Ishaan, que vê nas palavras escritas criaturas dançantes que ás vezes até lhe assustam. A escola era um sofrimento, mas a história muda quando conhece o Professor Ram.
     Vale muito a pena assistir, se você não se emocionar, amigo... troca de coração, pois isso aí é uma pedra rolando no seu peito.

Boa Atividade!


1) Como era o papel família de Ishaan antes de descobrir se ele tinha dislexia? Será que a família já desconfiava ou foi uma surpresa quando descobriram? Cite o relacionamento do Garotinho com seu pai, com sua mãe e com seu irmão.

2) Cite um momento onde o irmão de Ishaan esconde uma traquinagem sua. Por qual motivo Yohaan o acoberta? Essa situação é boa ou má, justifique-se.

3) Como era a vida de Ishaan na escola antiga? Descreva como era essa escola e como os professores tratavam o menino. Opine a respeito.

4) O Professor Ram usa a frase “Nessa corrida desesperada, alimentam cavalos de corrida, não crianças”. O que ele queria dizer com isso?

5) No colégio interno, como Ishaan foi recebido? No que esta escola se diferenciava em relação a sua escola antiga?

6) O Professor é antes de tudo um ser humano com sentimentos e na sua atuação precisa ter sensibilidade para procurar entender as especificidades dos seus alunos. Como o Professor percebeu a dificuldade/necessidade de Ishaan?

7) Cite algumas estratégias que o professor Ram usou para ajudar Ishaan.

8) Empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Cite um momento em que ocorre empatia e outro onde essa situação não ocorre.

9) A história do filme nos leva a refletir sobre muitas questões desde a gestão escolar até a prática pedagógica do professor. Qual a lição que você, como futuro professor absorveu para sua vida Profissional e pessoal?

10) Qual foi a cena do filme que mais tocou você? Justifique.


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domingo, 28 de outubro de 2018

E você, brasileiro? Quando vai mudar?

O maior problema nessas eleições não é a vitória do candidato eleito, mas a fragilização das ideias que defendemos, o problema não está no partido A ou B. O pior do nosso país é você.

Você que se acomodou em um cargo público e que aparece para trabalhar de vez em quando e você que vai todos os dias, mas não se importa em cumprir com as funções que lhe são designadas (não cito uma profissão ou cargo em específico). Você funcionário, de instituições privadas, que “mete” um atestado na segunda-feira, pois passou o fim de semana todo bebendo (dúvida? Vá a um PS numa segunda de manhã)

O problema problema está em você que tem ações análogas às de um crápula, verme nojento que fica dando em cima de meninas de 13 a 15 anos, mas posa de baluarte defensor da moral e dos bons costumes.

O problema do nosso país é você jovem que tem vergonha das origens nordestinas da sua família e diz se4 descendente de europeus, porém, na verdade, não tem uma origem tão nobre o quanto pensa.

O problema está em você que diz “Isso a Globo não mostra “! Claro que não mostra, pois trata-se de uma empresa que visa o lucro é só mostra aquilo que interessa a ela mesma. Essa frase que acabo de citar é símbolo do seu fracasso, pois ninguém tem que mostrar uma informação. É você quem tem que buscar!

O problema é você que não lê o post e encaminha uma mentira e toma para si e para o próximo como uma verdade absoluta e ainda termina a “sua mensagem” com “não sei se é verdade, não custa repassar”

A culpa é sua que é preguiçoso, não lê, pega resumos na Internet, não estuda, não vai a museus, não assiste a bons filmes, não ouve boa música, não conhece a história do seu povo e do seu país é que usa suas redes sociais apenas para propagar “Fake News” e memes idiotas.

Espero que essas eleições sirvam para que todos aqueles que tentam ditar a forma de pensar das outras pessoas passem a agir da mesma forma que falam ou postam em seus perfis.

Que os nossos governantes não governem apenas para as elites e que não sejam reféns de capital  estrangeiro e de especulações do mercado externo e que acima de tudo, Deus olhe por todos nós e que os homens não matem nossa pátria mãe gentil.

Boa sorte, meu país!