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sábado, 12 de março de 2011

Filme VENCEDOR do Curta CEM 2009. It' all right, it's ok!



Excelente montagem de vídeo e que chamou bastante a atenção das alunas.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Filme participante do Curta CEM 2009. El Prohibido Amor.


Uma divertida e criativa "brincadeira" de criança em forma de dramalhão mexicano.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Filme Participante do Curta CEM 2009. X-Mongos





Criatividade e simplicidade em uma sátira de um dos mais famosos filmes sobre super - heróis.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Como diria o outro...

Os slognas escolhidos estão disponíveis para votação em sistema de enquete.







Então dá uma "votadinha"!

Vídeo pioneiro. Propaganda.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Atividade de Gramática para o 8ºAno em 03/03/11 e 04/03/11

A ÚLTIMA CRÔNICA


Fernando Sabino



A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: "assim eu quereria o meu último poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.

Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acentuar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.

Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.

A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de coca-cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa a um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.

São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a coca-cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. De súbito, dá comigo a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.

Assim eu quereria a minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.



1) Na crônica, temos o foco narrativo em 1ª pessoa. O narrador apresenta-se como protagonista ou testemunha dos fatos narrados? Justifique sua resposta com passagens do texto.

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2) Retire da crônica três fatos e três interpretações relatadas pelo narrador.



Fatos:_____________________________________________________________________________________

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Interpretações: _____________________________________________________________________________

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Atividade de Gramática para o 9ºAno em 02/03/11

1)Circule o predicativo e indique se é do sujeito ou do objeto.




a) Jubescleudo olhou espantado o seu álbum de figurinhas incompleto.

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b) Maldosa Maria Inesperita rasgou o vestido de sua tia.

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c) Sempre que andava preocupado, o belo Verôncio fazia uma viagem.

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d) Quebrei o brinquedo quebrado da prima da vizinha.

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e) Os ovos estrelados foram fritos por Leocádia.

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2) Identifique a função sintática dos termos destacados.



Arthur e Lôbo foram embora, com a cabeça baixa. Obviamente admitiram que Eduardo é um verdadeiro mestre do futebol.



a) Arthur/ Lôbo: ______________________________________________

b) Baixa: _______________________________________________________

c) Obviamente: __________________________________________________

d) Um verdadeiro mestre do futebol: _________________________________



3) Qual é a função sintática dos termos em destaque?



a) Assisti a um filme impressionante. _________________________________________________

b) Não se deve recorrer a baixaria. __________________________________________________

c) O vaso chinês virou uma pilha de cacos.____________________________________________

d) Os garotos do nono ano não jogam nada. ___________________________________________

e) As meninas do nono ano jogam muito melhor._______________________________________