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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Resenha do filme Amélie Poulain por Bianca Gomes do 3º EMA 2012.

Amélie Poulain e seu inspirador destino

                  Amélie Poulain ensina que o mundo é grande o suficiente pra nos permitir a sonhar, tudo depende do poder da percepção e de um toque de humor.

                  O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, Le Fabuleux destin d'Amélie Poulain, o título original, dirigido por Jean-Pierre Jeunet conta com Audrey Tautou (Sophie Neveu de O Cógido Da Vinci, e Coco Chanel em Coco Antes de Chanel) representando Amélie Poulain, Mathieu Kassovitz (direção e roteiro de Missão Babilônia) como Nino e Maurice Bénichou como Dominique Bretodeau. Produzido em 2001, na França. Vencedor do prêmio Bafta por Melhor Cenografia e Roteiro Original.
                 Amélie, que desde pequena é banida da convivência com outras crianças (por problemas cardíacos) tem uma infância difícil, mas não se deixa abalar por isso. Os anos se passam e com a idade ela ganha liberdade de se mudar – mas sua solidão continua a mesma. A atriz Audrey Tautou representa exatamente isso: independente de qualquer problema, Amélie cativa o telespectador com seus costumes excêntricos, o humor e sua inteligência. Seu destino muda quando encontra algo em seu apartamento, e se antes ela já usava (e valorizava) os pequenos detalhes à sua volta como forma de entretenimento, agora isso faria mais parte dela do que nunca, pois ela se ocupa em fazer a vida de quem está a sua volta mais feliz, ou, no caso do mau humorado Collignon, mais infeliz, mas sem perder o humor. Amélie, uma eterna sonhadora só apresenta um defeito: o medo. O medo de aproximar-se de sua paixão e vencer de vez a sua solidão.
                   Se você procura por um filme que possa lhe provocar uma reflexão sobre sua vida, este filme cumpre muito bem o seu papel. Na maioria das vezes os detalhes da vida passam despercebidos, e no lugar deles somos consumidos por preocupações muito futuras ou até mesmo fúteis. Amélie nos dá uma verdadeira lição sobre o que é ser feliz pelo simples fato de estar vivo, e o que pode ser feito para vencer a monotonia, a solidão, e além de tudo, a aprender a sonhar e fantasiar. Afinal de contas, todos nós deveríamos ser conduzidos por nossos sonhos mais íntimos, antes colocá-los numa estante empoeirada e completar uma coleção de sonhos frustrados.

3 comentários:

Lucas Gabriel disse...

A resenha está bem elaborada, pois a autora organizou o texto com coerência para que fique fácil a compreensão do leitor sobre o enredo do filme e ao mesmo tempo não deixou de dar a sua opinião, fazendo uma indicação positiva da obra.

Ana Rsouza disse...

Adorei a resenha!
Sou apaixonada por esse filme e gostei bastante do fato da autora,além de ter colocado sua opinião a respeito do filme,manter a essência da história de maneira simples e sem entrar em muitos detalhes que poderiam até atrapalhar um leitor que ainda não assistiu o filme.
Gostei bastante. :)

Ana Luiza disse...

Adorei a resenha!
Sou apaixonada por esse filme e gostei da forma simples que a autora expressou a sua opinião e falou do filme sem entrar em muitos detalhes para não tirar a essência da história pra quem ainda não assistiu o filme e/ou não sabe sobre o que ele se trata.